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Familiar things cause diseases too deep to be seen with the naked eye
colagem, 1995
Posted on November 13, 2011 via AINDA NÃO É TARDE with 3 notes
Source: ruipc
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‘… Eu pensei que o meu avô era como todas as coisas mais belas do mundo juntas numa só, e que haveria sempre de ser uma árvore frondosa sobre mim, onde os pássaros descansam e o vento sopra, por onde a chuva se coa e a noite esconde as estrelas. Uma árvore sob a qual as flores se plantam sorrindo e o sol incide com ternura e a lua derrama prata em cada noite. Uma árvore à qual as nuvens ensinassem a paciência e a beleza.
Eu pensei que o meu avô me tinha mostrado como entender o coração e como sonhar com o coração para nele guardar cada momento, porque só os momentos nos pertencem verdadeiramente, tudo o resto pertence à natureza, seja feito de madeira ou ferro, pedra ou outra coisa qualquer.
Eu pensei que o meu avô era quem melhor definia a amizade, o amor, a honestidade e a generosidade, o ser-se fiel, educado, o ter-se respeito por cada pessoa e cada coisa. O meu avô era quem fazia o que sabia e podia para que a vida de todos fosse melhor. Eu, enquanto viver, quero nunca me esquecer dele para que, um dia, alguém possa lembrar-se de mim exactamente assim, feito das coisas mais belas do mundo, guardadas dentro de mim, como se também eu fosse um mistério de profunda sabedoria e beleza que é importante descobrir.’
As mais belas coisas do mundo
Valter Hugo Mãe
Alfaguara
2010
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Renata Correia Botelho
in UM CIRCO NO NEVOEIRO, Averno, 2009, p. 53
Posted on October 28, 2011 via AINDA NÃO É TARDE with 3 notes
Source: ruipc
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140.
‘A nossa vida depende, às vezes, de detalhes insignificantes. Por um defeito momentâneo do telefone não recebemos a chamada que esperávamos, ao não recebê-la perdemos para todo o sempre o contacto com uma pessoa que nos interessava, ao perdê-lo privamo-nos de uma relação capaz de nos transformar, ao privarmo-nos dela desaparece uma fonte de alegria, de renovação e de enriquecimento, com esse desaparecimento fechamos as portas ao mundo, ao fecharmos as portas voltamos ao ponto de partida: a de quem espera a chamada que nunca chegará.’
‘Prosas Apátridas’, Julio Ramón Ribeyro
AHAB
2011
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Dostoyevsky, via Teaching Literacy.
Posted on October 27, 2011 via Mezasaurusrex with 422 notes
Source: mezasaurusrex
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Posted on October 27, 2011 via Bookshelf Porn with 4,747 notes
Source: bookshelfporn
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Porto.
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Source: weheartit.com
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Posted on June 8, 2011 via ... with 1,996 notes
Source: juliasegal





